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Como gerenciar emoções no ambiente de trabalho


(Por Tatiane Tedesco)


Colegas de trabalho irritados. Chefes críticos e arrogantes. Clientes estressados. Essa situação lhe parece familiar?


As emoções fazem parte de quem somos e estão presentes em qualquer lugar, principalmente onde existem pessoas interagindo.


E no ambiente de trabalho, não é diferente. Claro que existem regras que nos ajudam a controlar o nosso próprio comportamento e que nos dizem quais emoções podemos expressar e de que forma.


Mesmo assim, não é incomum encontrarmos situações de conflitos nas organizações e problemas de comunicação que ativam emoções, nem sempre desejáveis.


Para que servem as emoções?


As emoções nos auxiliam em muitas decisões que precisam ser tomadas de forma rápida, sem que tenhamos que pensar muito sobre o que está acontecendo.


Quando sentimos medo, por exemplo, surge um impulso muito forte para fugir ou evitar uma situação, antes mesmo que tenhamos tomado esta decisão. E esse impulso pode nos prevenir de algumas situações que poderiam colocar nossa vida em risco.


As emoções também nos ajudam na comunicação com as outras pessoas, porque nos dão informações importantes sobre aquilo que o outro está sentindo, da mesma forma que revelam para o outro como nós nos sentimos em determinada situação, permitindo-nos regular o comportamento de acordo com a situação.


As emoções no trabalho


No ambiente de trabalho, algumas emoções também podem ser úteis. O entusiasmo, por exemplo, é essencial para acordarmos cedo todos os dias e irmos trabalhar, cumprindo todas as tarefas que nos são designadas.


Outras emoções podem ser extremamente prejudiciais, como a raiva mal dosada. No dia a dia do trabalho podem acontecer situações que consideramos como injustas. Ou alguém pode dizer algo que nos ofenda. Tudo isso pode nos deixar com raiva. E quando essa raiva é guardada, os problemas não se resolvem e ela tende a se acumular e gerar estresse e conflitos desnecessários.


Inteligência emocional no trabalho


Gerenciar nossas próprias emoções nos permite levar uma vida mais saudável e equilibrada e viver em harmonia com as pessoas que estão ao nosso redor. Pessoas que sabem reconhecer, as emoções, em si e nos outros, e que sabem administrar aquilo que estão sentindo, constroem relações mais satisfatórias com quem convivem. E essa é uma habilidade fundamental em qualquer posição dentro de uma organização.


Daniel Goleman, autor do livro "Inteligência Emocional" define a inteligência emocional como "a capacidade de criar motivação para si próprio e de persistir num objetivo apesar dos percalços; de controlar impulsos e saber aguardar pela satisfação de seus desejos; de se manter em bom estado espírito e de impedir que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar; de ser empático e autoconfiante." (2007, p.58).


E o que eu posso fazer para gerenciar as minhas emoções?
O autoconhecimento é o primeiro passo para perceber e lidar melhor com as suas emoções e expressá-las na medida certa, nem de forma exagerada e nem com frieza.


Tolerar frustrações, aceitando tudo aquilo que foge do nosso controle e persistir, apesar das dificuldades, no intuito de realizar nossas metas, assim como, controlar os impulsos para agir de determinada forma, são habilidades que podemos aprender.


Mesmo quando nos sentimos injustiçados, provocados ou ameaçados, o melhor caminho é tentar entender a situação do ponto de vista do outro, procurando os motivos para determinada pessoa comportar-se daquela forma. Aprenda a se colocar no lugar da pessoa que te ofendeu ou que tentou te prejudicar e entender a situação do ponto de vista dela. Essa atitude nos ajuda a mudar de perspectiva em relação à situação.


Esfriar a cabeça também é uma boa estratégia para não agirmos de forma impulsiva, evitando tomar atitudes das quais possamos nos arrepender depois.


E, por fim, tentar solucionar o problema que originou a confusão. Procure a pessoa que lhe prejudicou e lhe ofendeu e informe que você não gostou e não concorda com as suas atitudes. Claro que isso nem sempre resolve, pois existem pessoas que não aceitam críticas e que não conseguem perceber o prejuízo e desconforto que causam para os demais, ou talvez, até percebam, mas não se importam.


Nesse caso, procure alguém, que possa mediar o conflito e se não resolver, pergunte-se se você está disposto a continuar vivendo dessa forma ou se é melhor buscar outro ambiente mais saudável.


Referências Bibliográficas
DARWIN, Charles. A Expressão das Emoções nos Homens e nos Animais. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
EKMAN, Paul. A Linguagem das Emoções. São Paulo: Lua de Papel, 2011.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
Inteligência Social: O Poder das Relações Humanas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.




De 03/09/2014




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